domingo, 3 de abril de 2011

Matéria!

Os inimigos da paixão!


Ao entrar no solo sagrado ( Campo de jogo - regra 01), o árbitro (regra 05) percebe o tanto que é admirado. Uma admiração não agradável, uma admiração vinda da desconfiança, por considerá-lo inimigo da sua paixão, inimigo do seu time de coração.
Na verdade todos aqueles que estão fora do universo da arbitragem de futebol não tem consciência do que falam sobre os árbitros, críticas sem fundamentos, destrutivas e malignas, pois estes não possuem o espírito do jogo e sim o espírito da paixão, e paixão não combina com a razão. Todavia este outro universo de pessoas não pode imaginar as dificuldades que um árbitro de futebol tem para desenvolver sua função. Estas dificuldades têm início ao comparamos o tanto que ele deve correr atrás da bola, porém não pode tocá-la, num espaço que varia de 90 a 120 metros de comprimento por 45 a 90 metros de largura, devendo estar sempre bem próximo do lance, sem interrupção em sua corrida, sem descanso, podendo ao final do jogo ter percorrido mais de 14 quilômetros.
Uma outra dificuldade que o árbitro encontra principalmente dentro do solo sagrado é a falta do conhecimento da Carta Magna do futebol por parte jogadores (regra 03) e treinadores, isso é uma pedra no caminho do bom andamento da partida, pois uma simples marcação de falta (regra 12) é motivo para divergência entre o árbitro e jogadores, e estes sempre querem ter razão ao ponto que quando entrevistados não medem palavras para falar mal da arbitragem.
O árbitro vive constantemente vigiado pelos olhos frios das câmeras de televisão. Sobre os olhares de desprezos dos torcedores. Dos olhares dos jogadores e treinadores que sempre o focam como inimigo. Da falta de tolerância e de compreensão quando um erro é cometido, erro este humano. Até mesmo quando do acerto passa não ser acerto, pois todos o julgam pelo coração e não pela razão, ou simplesmente no caso da imprensa para obter mais IBOPE.
O árbitro passa toda a sua carreira carregando a imagem de “ladrão”, inimigo da paixão do torcedor, não importa onde vai apitar, ao entrar em campo será logo ovacionado com este “título” e esta dificuldade ele deve tirar de letra, pois ele sabe que seu conhecimento da carta Magna o transforma em pessoa diferenciada, o transforma em árbitro de futebol.

errar não é nenhum crime. é uma faceta do ser humano.
A sociedade futebolística tem por obrigação compreender que o árbitro é um ser humano e como tal cometerá erros durante as partidas. O árbitro por sua vez deve assimilar os erros e ao reconhecê-los, deve respirar e ter calma, analisar e procurar não comete-los mais. Nunca compensar uma equipe prejudicada com uma inversão ou criar uma situação favorável. Se fizer, estará duplicando o seu erro e diminuindo sua autoridade e credibilidade.
Tomada uma decisão, o árbitro não deve voltar atrás se certo de sua justiça. Se perceber que sua decisão não está correta ou avisada por um membro da equipe de arbitragem que esta cometendo um erro, tendo a partida não reiniciada, poderá voltar atrás de sua decisão inicial. Se assim fizer, não é desmoralizante sua atitude e sim um ato de humildade e justiça.
O árbitro deve está plenamente focado na partida para que a margem de erros seja mínima. Errar uma vez e voltar atrás, normal. Errar pela segunda vez e voltar atrás, ainda pode ser considerado normal. Agora, errar pela terceira vez e voltar atrás, passara a imagem de um árbitro frágil e sem personalidade, os jogadores irão perceber esta fragilidade e irão tirar proveito fazendo do árbitro um fantoche, os treinadores também vão aproveitar para reclamar das decisões quando não favoráveis, sem contar a torcida que irá exercer uma forte pressão sobre a arbitragem para pender em favor de sua equipe.
O árbitro deve ser compreensivo e inteligente para assumir e assimilar o erro, fazer dele uma lição, em outra situação semelhante não o cometes novamente. Afinal, quem nunca errou?
Nota: O jogador perde gol feito, o treinador escala errado, o goleiro não defende uma bola fácil... Os erros são comuns durante uma partida de futebol. Mas o que faz o árbitro quando ele sabe que errou num determinado lance?

Atenciosamente;
Sergio Henrique Antunes
Secretário Geral da Comissão de Arbitragem da AEFPERJ.


 

sábado, 2 de abril de 2011

Fique por dentro!


Força e Superação um grande exemplo para todos !
"GRANDE REVELAÇÃO DO FUTEBOL DE PRAIA ATUANDO PELO FUTEBOL ESPANHOL"

Nome: Vinicius da silva pereira
Nome de profissao: Vini Silva
Apelido: XIXO!
Data de nascimento: 01 04 1989

Cria do Morro dos cabritos Ladeira dos tabajaras!
Tudo começou no time que meu pai Bob e meu tio NICA fundou que eu tenho muito carinho e respeito!
O nome ! Jaca Verde! começei jogando no campinho do 600 ate chegar onde estou hoje Espanha Europa!
nessa tragetoria passei pelo Geraçao esporte vida onde ganhei tudo na praia como infantil e juvenil!
E foi no Geraçao através do meu Treinador e grande amigo Almir fernandes que sabe muito de futebol que tive minha primeira oportunidade nos campos! através dele fui fazer um teste no Madureira esporte clube! onde me federei na equipe junior e joguei campeonatos como OPG Otávio Pinto Guimarães! Campeonato Carioca de juniores!!! foi uma Experiência maravilhosa!! nesse meio tempo jogava o campeonato de futebol de 11 da praia!! minha primeira equipe foi a do grande TITIO e maestro JUNIORRRR! Juventusss onde joguei um campeonato carioca da praia!!! do Juventus fui Pro Racing dos meus Grandes amigos Alexandre Shermam e Bruninho ! onde cheguei a 2 finais de campeonato!! Do Racing fui pra equipe do Botafogo futebol e resgatas de praia!!! onde fiz grandes amigos e tenho muito carinho como Jorginhoo e etc... Depois fui jogar no junior do Noroeste Esporte Clube de Sao paulo! Espirito santo futebol clube! Ate chegar aquii onde estou hoje Na Espanha.
Perdi Minha mãe uma semana antes de vim pro futebol Espanhol
foi muito duro pra mim! pois ela era meu porto seguro minha melhor amiga e quem mais me apoiava no futebol!!!!
depois do ocorrido fui pra equipe da terceira divisao Espanhola Antequera Cf da Cidade de Malaga!
TUDO QUE CONQUISTEI ATE HOJE FOI GRAÇAS AS AREIAS DA PRAIA DE COPACABANA!!!
UM RECADO PRA GALERA QUE ESTA LUTANDO ASSIM COMO EU LUTEI AI NA PRAIA EM BUSCA DE UM FUTURO NO FUTEBOL!
A persistência é o caminho do êxito. NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS! DEUS E FIEL!
Um forte abraço galera Deus abençoe!! ;)

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Louco imperador ou problema imperial ?


Em um ano recheado de novelas relacionadas às contratações de jogadores temos mais um “retorno” com a volta de Adriano ao futebol nacional, agora vestindo a camiseta do Corinthians.
No começo do ano esta contratação foi cogitada e seria válida pela necessidade de um atacante para assumir o comando do ataque alvinegro. Mas como explicar a vinda de um jogador problema depois da ótima fase de Liedson (com 10 gols em nove jogos)?
Tite sofreu contra o Tolima e esteve próximo de ser demitido, mas teve respaldo da diretoria e conseguiu montar um time que está coeso e rápido. Desejava reforços para qualificar o time, mas em outro setores.
Andrés marcou sua gestão com contratações de nome. Ronaldo em 2009, Roberto Carlos em 2010 e agora Adriano, mas o problema é que esta contratação parece ser muito mais uma jogada de marketing do que pensando no time, tanto que sua apresentação deve ser na próxima terça (mesmo dia da apresentação de Luis Fabiano pelo São Paulo).
A saia justa é clara. Todos sabem do “pacote” que vem junto com Adriano. O elenco achava que a vinda do centroavante poderia rachar o elenco, algo compartilhado por Tite e por muitos da direção alvinegra, mas como diz o ditado “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Com a contração do jogador confirmada as declarações mudaram radicalmente e “Adriano será bem vindo”, “Adriano virá para somar” e tantas outras declarações que já conhecemos.
Adriano será um fracasso? Tudo leva a crer que sim, mas temos que pensar que se trata de um atacante com 29 anos, que inegavelmente tem uma imensa qualidade técnica, que se conseguir colocar na cabeça que sua recuperação só depende dele pode voltar a ser um jogador respeitado.
O desafio é grande. Um clube de massa, com uma torcida que pode endeusar um perna de pau e capaz de desmoralizar um craque. Chega a um time que está com um esquema de jogo bem definido e que agora terá que se “reencontrar” mais uma vez, para poder ter espaço para Adriano.
A “sorte” de Tite é que o jogador só estará disponível para o Brasileiro, ou seja, o técnico terá tempo para pensar em como armar o time e poderá manter este esquema até o fim do Paulistão. Mas a bomba está armada no Parque São Jorge. Resta saber se Tite conseguirá desarmar.

Atenciosamente;
Sergio Henrique Antunes
Secretário Geral da Comissão de Arbitragem da AEFPERJ.

Túnel do tempo com Mario Vianna - IN MEMORIAN.

Histórias do polêmico Mario Viana - In memorian


Em campo, fazia de tudo: peitava, gritava, agredia até. Era seu jeito de se fazer respeitado por todos. Mário Gonçalves Vianna tinha 1.74 de altura e pesava 90 quilos de uma vitalidade que impressionava a todos que o conheceram. Mário Vianna foi de tudo um pouco: baleiro, engraxate, jornaleiro, empacotador de velas, fiscal da guarda civil, policia especial, juiz de futebol, técnico do Palmeiras, Portuguesa e São Cristovão, e finalmente, comentarista de arbitragem na Rádio Globo.

Sua excelente condição física foi adquirida na Policia Especial. E foi apitando peladas, que José Pereira Peixoto, um policial amigo, o convenceu a fazer um curso de árbitro para Liga Metropolitana onde ingressou como primeiro colocado de sua turma. Sua estréia oficial foi na partida de juvenis entre Girão de Niterói e São Cristovão. Neste jogo ele definiu o estilo que trataria de aperfeiçoar ao longo de sua carreira até torná-la uma espécie de marca pessoal: expulsou Mato Grosso, zagueiro do seu querido São Cristovão.
Mario Vianna com dois "nn" foi um das grandes figuras da arbitragem do futebol brasileiro. Na sua época era o melhor e participou dos muitos campeonatos internacionais.Depois da Copa do Mundo de 1954, quando Mario acusou a Fifa e corrupta ele foi expulso da arbitragem internacional. Passou a ser comentarista de arbitragem na Rádio Globo ao lado de Valdir Amaral e Jorge Cury.Apesar de polêmico era uma figura que tinha um bom coração. Na foto Mario Vianna aparece com a camisa da Federação Metropolitana de Futebol.
Desde então, começou a construir sua fama de juiz rigorosíssimo, destes que não perdem as rédeas da partida, mesmo nas situações mais adversas. Como naquele Botafogo e Flamengo em General Severiano. Mário Vianna expulsou jogadores do Flamengo, os torcedores não gostaram e começaram a atirar garrafas e pedras contra ele. E Mário não teve dúvidas: devolveu tudo para as arquibancadas.
Mário Vianna nunca foi homem de meias medidas. Foi responsável pela única expulsão de Domingos da Guia em onze anos de carreira. Também teve uma passagem com Nilton Santos no clássico Botafogo e Vasco. Atendendo a uma denuncia do bandeirinha, expulsou Nilton Santos que era um gentleman, por ofender o auxiliar. Mário achou estranho o caso e, nos vestiários pressionou o bandeirinha que terminou confessando que tinha mentido. Ele ficou sem graça, foi ao vestiário do Botafogo e pediu desculpas a Nilton Santos.

Segundo Mário Vianna, dois jogadores lhe deram muito trabalho: Heleno de Freitas e Zizinho. Heleno era irreverente, malicioso. Um dia, no campo do Vasco, tentou comprometer a arbitragem perante o publico, entregando um disco de bolero que o próprio Mário Vianna tinha pedido para o atacante do Botafogo trazer do Chile. O disco foi entregue na pista do estádio e diante do publico. No jogo, Heleno quis comandar a arbitragem e terminou expulso de campo.

Houve um jogador que, talvez por ser estrangeiro e desconhecer a fama de valentão de Mário Vianna, teve a infeliz idéia de desafiá-lo. Foi durante o jogo Itália e Suíça na Copa do Mundo de 1954. Inconformado com uma marcação do brasileiro, Boniperti partiu para cima do juiz aos empurrões. Mário Vianna aplicou-lhe um direto no queixo. Mandou que o carregassem para os vestiários e, ironicamente, disse para o massagista – Se ele tiver condições, pode voltar para o segundo tempo. Boniperti voltou bem mansinho.

Durante a Copa do Mundo de 1954, no jogo Brasil x Hungria, chamou o juiz Mr. Ellis e os dirigentes da FIFA, de “camarilha de ladrões”. Foi expulso do quadro de árbitros da entidade. Quando já era comentarista de arbitragem na Rádio Globo, quase perdeu o emprego por duas vezes. Na primeira, disse que o juiz Abraham Klein, além de judeu era ladrão. Os patrocinadores do programa eram, como Klein, judeus. Outra vez, numa mesa redonda na TV, sentiu-se asfixiado pela fumaça dos cigarros que os companheiros fumavam. E Mário Vianna desabafou – “Parem de fumar, isso é um veneno, polui os pulmões”. O patrocinador do programa era a Souza Cruz, fabricante de cigarros.

Como todo personagem folclórico, Mário Vianna também tinha o seu lado místico. Era espírita da linha Alan Kardec, rezava ao se deitar e se levantar. Alguns casos são conhecidos. Na Copa de 1970, era companheiro de quarto de Luis Mendes. Certa manhã ao se levantar, virou-se para o companheiro e disse – “Mendes, liga para tua casa porque seu irmão desencarnou”. Apavorado, Luis Mendes pegou o telefone, ligou para casa e ficou sabendo que seu irmão havia falecido naquela madrugada. Waldir Amaral conta que certa vez estava embarcando com Mário para São Paulo. E Mário advertiu – “Waldir esse avião vai pifar. Vamos esperar outro vôo”. – Que nada, Mário, deixe de besteiras – retrucou Waldir Amaral. Os dois embarcaram e quando o avião ia decolar, o motor enguiçou e o piloto foi obrigado a dar um cavalo de pau para não cair na baía da Guanabara.
Mário Vianna foi um homem de muitas histórias. Histórias colhidas ao longo de 38 anos de Policia Especial, 25 de árbitro e 22 de comentarista. Mário faleceu no Rio de Janeiro no dia 16 de outubro de 1989.
Fonte. museu dos esportes.


Túnel do tempo!

EX - Árbitro José Marçal Filho - Rio de Janeiro


José Marçal Filho, Árbitro Carioca atuou no futebol nos de 1962 a1985. Atualmente reside no Rio de Janeiro, seguindo ligado a arbitragem, exercendo a função de Observador de Árbitros, trabalha também comoTécnico e Professor de Futebol, além de ser Funcinário Público Aposentado. Fã de Armando Marques, por superstição entrava sempre com o pé direito em campo.
Em 1971, em um jogo inesquecível para a torcida do Fluminense. Até os dias de hoje se comenta o lance do gol de lula. Todo o estádio do Maracanã, mas de 140 mil pessoas, viu a jogada, menos um, o árbitro José Marçal Filho.
O jogo estava para terminar e o Botafogo com o empate seria o campeão. Mas o destino e as forças ocultas impediram essa conquista. O campeão seria mesmo o Fluminense. Aos 43' minutos do segundo tempo, Oliveira centrou alto e Ubirajara, goleiro do Botafogo, saiu para cortar o cruzamento. Marco Antonio, lateral do Fluminense, fez falta e evitou que Ubirajara fizesse a defesa. Lula aproveitou a sobra e mandou a bola para as redes do Botafogo.

O tumulto foi formado, porque os botafoguenses não aceitavam a marcação do juiz que confirmou o gol e expulsou Carlos Alberto.
José Marçal Filho o árbitro que confirmou o gol irregular, ficou na geladeira por muito tempo. Era o castigo para quem cometera uma falha tão grande.


Entrevista!

Toques com o jogador Vinicius Medeiros Guedes



Nome:Vinicius Medeiros Guedes
Data de Nascimento:09/05/1986
Idade:24 anos
Clube Atual:Racing

Comecei a jogar futebol na praia aos 8 anos na escolinha Energia, escolinha comandada por Nato e Marcelo. Depois passei por outras escolas na praia... Juventus, Escolinha do Junior, CBL entre outras. A mais recente foi o Craques da Areia, comandada por Juninho e Robertinho, onde tive como tecnicos Nelson e Rogerio Vilela. Em todos os lugares que joguei pude aprender bastante, e agradeço a todos os treinadores que tive. Pois aprendi não só sobre o futebol mas também a conviver com outras pessoas, a respeitar, a importância de cada jogador dentro de campo!
No futebol de 11 comecei jogando alguns amistosos no Sangue Areia. No time da Paula Freitas joguei pela primeira vez a Liga, depois de duas ligas pela Paula Freitas fui jogar no Xavier, convidado pelo grande zagueiro e amigo Neto. Com o fim da Liga, junto com os amigos da Xavier, joguei um torneio pelo Liverpool onde fomos campeões e depois América do Lido. Agora jogo pelo time do Racing. No Racing e em todos os outros times que joguei fiz grandes amigos!

01 - O QUE O FUTEBOL DE PRAIA DE UM MODO EM GERAL SIGNIFICA PARA VOCÊ ?
 R: Acima de tudo significa diversão. Diversão levada a sério por todos. Significa esquecer de todos os seus problemas... relaxar... aliviar todos os problemas acumulados durante a semana. Encontrar amigos, lembrar de histórias antigas, rir e fazer o que mais gostamos que é jogar futebol. Porque apesar de todos terem os seus diferentes empregos, o futebol une a todos!
02 - DESDE DO ÍNICIO  DA SUA CARREIRA ATÉ OS DIAS ATUAIS, QUAIS FORAM OS MELHORES ÁRBITROS QUE VOCÊ VIU ATUAR NA PRAIA ?
R: Não lembro o nome de muitos árbitros, posso citar aqui o Nato.Gostaria de dizer outros, mas realmente não lembro os nomes.
03 - QUAL FOI O MOMENTO MAIS MARCANTE NA SUA CARREIRA COMO JOGADOR DE FUTEBOL DE PRAIA ?
R: O momento mais marcante na minha carreira de jogador de praia foi sem dúvida no beach soccer. Quando fui campeão Brasileiro pela Seleção do Rio de Janeiro. Principalmente por jogar ao lado de amigos.
04 - O QUE VOCÊ ACHA QUE DEVERIA OU PODERIA MELHORAR NA ARBITRAGEM DO FUTEBOL DE PRAIA DE 11 ?
 R: Isso é muito dificil de comentar, pois não conheço a estrutura que os árbitros tem para treino, não conheço o treinamento que lhes é dado. Mas talvez um treinamento adequado e com certeza mais segurança para eles poderem trabalhar, aumentará o nível da arbitragem.
05 - UM DESEJO NO FUTEBOL DE PRAIA DE 11, QUE AINDA NÃO FOI REALIZADO ?
R: Ser Campeão Carioca.E  também desejo Campeonatos organizados; jogadores e torcedores mais conscientes, pois muitos ainda pensam em brigar, acham que a violência pode ganhar jogo.



Matéria!

Difamou,pagou!


Ex-presidente do Botafogo terá que pagar R$ 23 mil para árbitro e auxiliar por ofensas à honra é à dignidade.
O ex-presidente do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro, foi condenado a pagar R$23 mil de indenização a título de danos morais a um árbitro e seu auxiliar. Djalma Beltrami e Hilton Moutinho entraram com processo contra o empresário devido às declarações que ele deu após a final do Campeonato Carioca de 2007, entre Botafogo e Flamengo, quando o time alvinegro saiu perdedor. Segundo eles, Montenegro fez ofensa s gravíssimas à honra e dignidade de ambos. Na época, Montenegro concedeu entrevista à Rádio Bandeirantes para o Programa Rio Futebol, que posteriormente veio a ser publicada pelo Jornal Extra, declarando que o árbitro e seu auxiliar teriam prejudicado o time do Botafogo intencionalmente. Montenegro ainda afirmou que eles fariam parte de uma quadrilha e que Djalma "pertenceria à banda podre da polícia militar". "Hilton Moutinho e Djalma Beltrami são palhaços, são flamenguistas. Parece que ele (Beltrami) é tenente coronel da Polícia Militar, não sei se é uma quadrilha ou banda podre", disse o ex-presidente do Botafogo. Segundo o desembargador relator Maldonado de Carvalho, da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, "o réu tem total consciência do valor da mídia na formação da opinião pública, o que torna ainda maior a sua responsabilidade como cidadão empresário". Beltrami receberá o valor de R$ 15 mil, enquanto Hilton Coutinho receberá R$ 8 mil de indenização.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Entrevista!

Toques com o jogador Rafael Tiago Corraiolla


Clube Atual : Prado Junior Futebol de Praia.
NOME: Rafael Tiago Corraiolla
Data de Nascimento:25/11/1983
Idade: 27 anos


Jogador, Presidente da Prado Junior Futebol de Praia, e um verdadeiro amante do Futebol de Praia.

1- O QUE O FUTEBOL DE PRAIA SIGNIFICA PARA VOCÊ ?
R: faz parte da minha vida, exemplo 3 vezes por semana estamos juntos ou treinando ou jogando...entao futebol de praia eh minha vida...
2 - QUAL FOI O MOMENTO MAS MARCANTE QUE VOCÊ VIVENCIOU NO FUTEBOL DE PRAIA ?
R: foi quando ajudei a organizar um torneio chamado torneio da paz apoiado pela (ong) AMISRAEL,se eu nao me engano vc Sergio Antunes (Pato Roco) até  bandeirou !!! que  o copacabana foi campeao...e nessa epoca o futebol de praia estava parado e gracas a deus até  hj continua! e com isso tive a oportunidade de resgatar uma alegria na qual muitos tentaram e nao conseguiram .E essa alegria eh poder ver a PRADO JUNIOR FUTEBOL DE PRAIA em campo novamente... no lugar aonde nunca deveria ter saido....
3 - O QUE VC ACHA DA ARBITRAGEM DO FUTEBOL DE PRAIA ?
R: acho que sao guerreiros se dedicando a que gostam e fazem com amor. mais precisam de apoios para sua valorização.
4 - QUAIS OS CONSELHOS QUE VOCÊ DARIA AOS ATLETAS MAS JOVENS, QUE ATUAM PELAS ESCOLINHAS SOBRE O FUTEBOL DE PRAIA ?
R: que nao desistam pq se Deus quiser vamos conseguir os reconhecimentos que precisamos , e eles sao o futuro próximo dessa realização...
5 - UM DESEJO NO FUTEBOL DE PRAIA AINDA NÃO FOI  REALIZADO ?
R: ver a PRADO JUNIOR FP no lugar mais alto....

Entrevista!

Toques com o jogador Matheus Loureiro



Nome: Matheus Loureiro.
Data de Nascimento: 04/02/1991
Idade: 20 anos.

Clube Atual: Copacabana
Iniciei aos 07 anos de idade, com o Professor Ulisses na escolinha do Copacabana, a quem eu tenho muito carinho e apreço, daí por diante passei por diversas escolinhas como, Geração, Liverpool e Craques da Praia. Em 2009 já no auge dos meus 18 anos fui convidado para jogar na equipe de aspirante da Paula freitas, nessa ocasião consegui me destacar, Diante disso passei a ser observado por algumas equipes, entre elas o Copacabana Praia Clube, meu time de coração.
Em 2010 recebi um convite da diretoria do Copacabana, na qual imediatamente aceitei e joguei o campeonato de 2010, a onde permaneço até os dias atuais.

"UMA DAS MAIS PROMISSORAS E GRANDE REVELAÇÃO DA EQUIPE DO COPACABANA PRAIA CLUBE PARA A TEMPORADA 2011 DO FUTEBOL DE PRAIA DE 11".


1- O QUE O FUTEBOL DE PRAIA SIGNIFICA PARA VOCÊ ?
R: É tudo na Minha vida , sem o futebol de praia nao seria o que eu sou hoje , cresci jogando futebol de praia , não tem preço jogar todo sabado com meus amigos e outros craques bons de bola , queria ve um dia o futebol de praia se tornar um esporte olimpico seria muito  bom para o nosso futebol de praia .. Foi o Futebol de praia que me levou para o futebol de campo aonde estou hoje no Barcelona esporte clube 3ª divisão de futebol  do rio de janeiro.

2 - QUAL FOI O MOMENTO MAS MARCANTE QUE VOCÊ VIVENCIOU NO FUTEBOL DE PRAIA ?
R: Sem duvidas foi quando começei a jogar no Amador do copacabana em 2010 o presidente de lá Paulo cesar sempre me incentivou , e devo muito a ele , Outro momento marcante no futebol quando fui campeao pelo copacabana ainda na escolinha no campeonato do geração foi para mim inesquecivel , lembro ate hoje , ainda sou novo no futebol de praia tenho muito pela frente espero conquistar um titulo um dia .

3 - O QUE VC ACHA DA ARBITRAGEM DO FUTEBOL DE PRAIA ?
R: Sinceramente tem que melhorar muito , ainda esta muito abaixo do nivel do Futebol de praia, existem arbitros bons mas existem outros que tem que melhorar muito ainda , Não vi o margarida apitar mas falam que ele foi o melhor que ja teve na Praia os outros podiam se espelhar nele .. Mas tem surgido outros novos talentos na arbitragem tomara que melhore nesse ano de 2011.

4 - QUAIS OS CONSELHOS QUE VOCÊ DARIA AOS ATLETAS MAS JOVENS, QUE ATUAM PELAS ESCOLINHAS SOBRE O FUTEBOL DE PRAIA ?
R: Para não desistirem do Sonho deles , Porque Deus ajuda a quem trabalha , que todos os atletas de ponta hoje da Praia sairam das escolinhas, tbm eles tem que trabalhar cada vez mais que a hora deles vai chegar como a minha e dos outros atletas chegaram ,  dedicação é  tudo no futebol , disciplina tbm

5 - UM DESEJO NO FUTEBOL DE PRAIA AINDA NÃO FOI  REALIZADO ?
R:  Meu sonho era que o Campeonato fosse mas  organizado tivesse turno e returno , ia se legal o futebol de Praia ia crescer com isso , ia ser bom para o Nosso bairro de copacabana tambem .. , o resto ta perfeito os campos estão ficando melhores a arbitragem desse ano ta melhorando , espero que melhore cada vez mais em 2011 , e que todos os atletas deixem as brigas de lado e joguem futebol .

Matéria

Um coronel no apito Djalma José Beltrami é considerado o árbitro mais linha dura do futebol brasileiro.


O árbitro paulista Djalma José Beltrami, que hoje atua na Federação carioca, é considerado pelos jogadores, o árbitro mais disciplinador do campeonato brasileiro. Dono de um preparo físico compatível a sua atividade, Beltrami sempre costuma acompanhar as jogadas de perto, o que diminui bruscamente seu número de erros.

Coronel responsável pelo 14° Batalhão de Polícia Militar no Rio de Janeiro, o juiz divide o risco de sua profissão, com o auge de uma carreira sólida e vitoriosa dentro da arbitragem brasileira.

Alguns jogadores o apontam como árbitro linha dura, outros, como casca grossa, mas quem conhece o Coronel, sabe de sua simplicidade fora dos gramados. Sempre disposto em atender a todos, o futuro instrutor da Fifa, mostra que dentro do futebol, quem não se enquadrar, vai direto para o chuveiro.


fonte e créditos; www.vozdoapito.com.br

Entrevista

Toques com o jogador Leornado Guerreiro


Clube Atual: São Clemente

O futebol de praia de onze foi o inicio da grande historia da SÂO CLEMENTE, que hoje tenho o grande orgulho de fazer parte dessa familia que me acolheu muito bem. E foi a SÃO CLEMENTE que me deu a oportunidade de conhecer o futebol de praia, e que jamais durente todos esses anos vesti uma outra camisa.

01 - O QUE O FUTEBOL DE PRAIA DE UM MODO EM GERAL SIGNIFICA PARA VOCÊ ?
R: O futebol de praia é uma grande competição que reune grandes jogadores, isso significa um grande prazer e alegria, onde encontro amigos e pratico o melhor esporte do mundo.
02 - DESDE DO ÍNICIO  DA SUA CARREIRA ATÉ OS DIAS ATUAIS, QUAIS FORAM OS MELHORES ÁRBITROS QUE VOCÊ VIU ATUAR NA PRAIA ?
R:Ubiraci Damasio fez um jogo onde estive presente, e o que chamou muito minha atenção foi o total controle do jogo, Aguinaldo, Sena, entre outros tambem chamaram minha atenção.
03 - QUAL FOI O MOMENTO MAIS MARCANTE NA SUA CARREIRA COMO JOGADOR DE FUTEBOL DE PRAIA ?
R: São varios os momentos, mais tenho que destacar dois, o primeiro titulo em 98 como aspirante, e o ultimo que foi em 2008, que teve um gosto muito especial por começar a competição desacreditados pelos adversarios, mais no fim comemorar junto com a torcida que lotou a praia colocando todo mundo pra sambar.
04 - O QUE VOCÊ ACHA QUE DEVERIA OU PODERIA MELHORAR NA ARBITRAGEM DO FUTEBOL DE PRAIA DE 11 ?
R: É uma pergunta muito dificil de responder, a Comissão  de arbitragem precisa de um apoio para preparar melhor a equipe de arbritros.
05 - UM DESEJO NO FUTEBOL DE PRAIA DE 11, QUE AINDA NÃO FOI REALIZADO ?
R: Que o futebol de praia de onze tenha uma organização digna e um apoio para que se torne uma modalidade reconhecida em todo o pais. acredito que esse pensamento seja de muitos adeptos do futebol de praia.


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Rio de Janeiro tem um dos melhores árbitros do brasileirão em 2011!


O carioca Marcelo de Lima Henrique surpreendeu em 2011, se destacando entre os melhores árbitros do campeonato brasileiro. Bem fisicamente e mantendo uma boa regularidade em seus critérios dentro de campo, De Lima já é um dos fortes nomes para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Dirigentes, jogadores e jornalistas são unânimes com relação às boas atuações do árbitro carioca.

Filho do ex-árbitro aspirante ao quadro Fifa, José Henrique Neto, De Lima começou no futebol como goleiro. Atuou em alguns clubes no Brasil, porém, a paixão pela arbitragem falou mais alto e em 1985, atendendo a um pedido do pai, o árbitro decidiu fazer o curso de arbitragem na FERJ.

Em 1996 estreou apitando na categoria infantil, Portuguesa x Bayer. E, enquanto a oportunidade na categoria profissional não chegava, De Lima foi se aperfeiçoando nos campeonatos de praia. Em alguns desses jogos, o Juiz passou por uma situação nada agradável.
Certa vez, enquanto apitava Areia x Colorado, Galocha, da equipe Areia, um jogador muito forte conhecido na praia por suas jogadas ásperas, ameaçou De Lima, de maneira bem objetiva. “ – Se me expulsar, te meto a porrada”. De Lima fez ‘ouvido de mercador’ e no intervalo foi falar com Montanha, uma outra figura bem conhecida das praias cariocas, que faz a segurança dos árbitros nos jogos na areia. “Montanha, fica de olho. Se o Galocha for expulso vai ter confusão”. Montanha conversou com Galocha ainda no intervalo e o segundo tempo foi tranqüilo. “Galocha até cooperou com a arbitragem”, conta. Após o jogo, Daniel Pomeroy e Élson Passos, que assistiam a partida, foram elogiar De Lima pela excelente atuação naquele dia. Todos ficaram muito felizes, pois havia 5 anos que aquele jogo não acabava bem.
A partir desse jogo sua carreira nos gramados começou a decolar. Em 2003 ingressou no quadro profissional e fez seu primeiro jogo na Série A carioca, Madureira 0x1 Bangu. Ainda em 2003, ganhou o escudo da CBF e comandou Macaé 0x1 Portuguesa, pela Série C do Campeonato Brasileiro, com Dibert Pedrosa e José Cláudio Paranhos. Em 2006 dirigiu seu primeiro jogo pela Copa do Brasil, Estrela do Norte 1x1 Guarani, com Dibert Pedrosa e Marcelo Fonseca. Em 2007 estreou na Série A do Brasileirão, São Paulo 2x0 Goiás, com Aristeu Tavares e Dibert Pedrosa.

Em 2008 o árbitro carioca chegava ao topo de sua carreira, sendo indicado ao quadro internacional de árbitros da Fifa. O Rio de Janeiro voltou a ser celeiro de grandes nomes na arbitragem nacional e isso, deve-se ao excelente trabalho da comissão estadual de arbitragem e claro, ao desempenho interessante de Sérgio Correa da Silva com relação à renovação da arbitragem brasileira.

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Árbitro ou mestre de bateria de escola de samba?


O árbitro de futebol tem que saber usar suas ferramentas de trabalho, dentre elas o apito, pois o uso incorreto pode torná-lo um mestre de bateria de escola de samba.
O uso do apito expressa a legítima autoridade do árbitro dentro do solo sagrado, (campo de jogo – regra 01). Será através dele que a partida será iniciada, paralisada, reiniciada e finalizada.
O apito será necessário para autorizar o inicio da partida, no reinício com o segundo tempo e após ter sido marcado um gol. Nestes casos, o som do apito será forte com uma duração mediana.
Em situações que uma infração é considerada branda e corriqueira, que a possibilidade de obter um tento direto é quase nulo, o silvo será curto e seco. Porém, se esta infração ocorrer nas proximidades da área penal (grande área), o silvo será forte e um pouco mais logo, indicando que através dela a possibilidade de obter um gol direto é favorável ao seu executor.
As infrações que levam um grande risco à integridade física dos jogadores, ou jogada violenta, que o uso de um dos dois cartões se fará necessário, o som do silvo será forte e longo, no qual o árbitro mostrará que não gostou nem um pouco da infração. Será como sua “cara feia” para o lance.
Na sinalização de uma penalidade máxima (regra 14), o árbitro deve mostrar através do silvo do seu apito toda sua convicção que a mesma ocorreu. Neste caso, o silvo será forte, bem alto e um pouco longo. Assim todos saberão com clareza que uma penalidade foi marcada.
Ao reiniciar o jogo após o mesmo ter sido paralisado para aplicação de um cartão amarelo ou vermelho, ou para atendimento de atleta lesionado, ou nas substituições, o silvo será curto. Porém, com uma boa altura para que todos saibam que o jogo será reiniciado.
O apito deve ser usado de forma repicada para chamar atenção que algo está errado ou fora de posição, como a posição da bola no quarto de circulo na execução de um tiro de canto (regra 17), a distância de 9,15m da barreira em relação à bola, do tiro de meta (regra 16) ou do posicionamento do atleta na cobrança de um arremesso lateral. Este silvo repicado informa que o posicionamento deverá ser corrigido para que se possa reiniciar a partida.
Não se fará necessário o uso do apito para autorizar a execução de um tiro de canto, meta, arremesso lateral ou quando um gol é marcado (regra 10). Porém, se há demora na execução ou um gol é marcado deixando dúvida se bola entrou ou não, nestas situações a intervenção do silvo do apito se fará necessário para chamar atenção dos jogadores.
O apito é um instrumento do árbitro, e como tal deve ser usado com destreza. O uso de forma desnecessária e freqüente terá menos impacto quando for necessário. Para iniciar o jogo, o árbitro deverá anunciar claramente aos jogadores que o jogo só pode reiniciar após este sinal.

Túnel do Tempo

Ex-árbitro Arnaldo Cesar Coelho


* Arnaldo foi o primeiro árbitro não-europeu a apitar uma decisão, a partida da final da Copa do Mundo de 1982.

Arnaldo David Cezar Coelho, formando em Educação Física, nascido na cidade do Rio de Janeiro, em 15 de Janeiro de1943, carioca de Copacabana, onde começou apitando "futebol de praia",  aos 16 anos de idade, ingressou na Federação Carioca de Futebol, promovido logo em seu primeiro ano para apitar o campeonato profissional.
Foi árbitro da Fifa durante 21 anos, período em que apitou duas olímpiadas (Montreal - 76 e Seul -88) e duas Copas do Mundo ( Argentina - 78 e Espanha - 82) , além de outros campeonatos mundiais. Foi  o primeiro árbitro não -europeu a apitar uma decisão, a partida final da Copa do Mundo de 1982, entre as seleções da Itália e Alemanha, na Espanha, cujo resultado foi 3x1 para a Itália.
O ponto máximo de sua carreira foi na Copa do Mundo de 82, em Madri, na Espanha, quando apitou a final da competição.
Encerrou a carreira em 1989, quando foi convidado para ser comentarista da Rede Globo de televisão onde trabalha até hoje e no canal de Tv a cabo SporTV, onde participa do programa bem amigos, ao lado de Galvão Bueno, Arnaldo comenta os lances polêmicos do futebol (polêmicos em relaçao a arbitragem). Arnaldo também é corretor autônomo de investimentos.
Em 2002, Arnaldo lançou o livro " a regra é clara " aproveitando o bordão que o tornou conhecido nas transmissões globais, no livro, Arnaldo reúne histórias, curiosidades, fugas em camburrão e muitos xingamentos registrados em mas de 20 anos de carreira como juiz. "Minha vida é cheia de histórias", enalteçe.
A idéia de escrever o livro nasceu nas palestras que costuma dar e na coluna que tem no jornal carioca O DIA, Arnaldo relembra sempre fatos ocorridos nos jogos que apitou e outros envolvendo colegas de apito. Numa ocasião, uma pessoa acabou sugerindo que ele lançasse um livro. Arnaldo porém, estava temeroso quanto a Seleção, que disputava as eliminatóriasa duras pena.
"Insistiram  e falei que, se o Brasil se classificasse, eu iria escrever o livro para lança-lo antes do Mundial", recorda.